Ela tinha tanto medo de se apaixonar outra vez. Tanto medo de amar outra vez. E todos sabem, quando temos medo de alguma coisa, parece que esse medo nos persegue. E foi assim, ela se apaixonou por ele. Era o destino.
Azar de quem não chorou ao som de uma canção de amor. Que não riu dos pássaros voando por aí. Que não se inebriou com o aroma e com as cores das flores. Azar de quem amou pouco e com esse pouco nada soube da vida.